O Brasil é uma das vinte maiores economias do mundo de G-20. Segundo aos dados do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, este país ocupa o 8º-9º lugar em paridade de poder de compra e é mais desenvolvido em parte sul do hemisfério ocidental.
A gente mais rica do Brasil molda a agenda econômica deste país. Ao mesmo tempo, o grande capital permanece estável, embora à volatilidade dos mercados globais. As alterações políticas internas não afetam os fundamentos sólidos da gestão de negócios, permitindo ao país desenvolver-se ao longo de décadas. A taxa média anual do crescimento do PIB do Brasil em 20 anos é de 2,1–2,9%.
A fortuna conjunta de TOP-10 de pessoas mais ricas do Brasil supera os 200 mil milhões de dólares. Os seus principais ativos estão concentrados em setores financeiro, tecnológico e industrial. Em geral, um bilionário brasileiro moderno desenvolve o seu negócio na base dos ativos formados pelas gerações anteriores.
Neste artigo analisaremos:
Os dados principais
A pessoa mais rica do Brasil em 2026 é Eduardo Saverin. A sua fortuna se estima em 41 mil milhões de dólares. Ele é cofundador da Meta e, embora à nacionalidade de Singapura, mantém suas raízes brasileiras.
No TOP-10 de pessoas mais ricas do Brasil dominam os representantes de capitais bancários, corporações de investimentos e novos impérios tecnológicos.
As famílias mais ricas do Brasil, isto são Safra, Moreira Salles e Votorantim, controlam o setor financeiro, negócios de ações, mineração de matérias-primas e indústria química, mantendo sua influência durante quatro gerações.
Em 2026, a lista mundial da Forbes constava os 72 multimilionários brasileiros.
Em últimos cinco anos, os cinco milionários brasileiros se tornaram bilionários graças às tecnologias financeiras e comércio eletrônico.
No Brasil não existem os trilionários. As fortunas privadas máximas estão limitadas por dezenas de bilhões de dólares.
Depois de fugas em anos de 2015–2020, @s brasileir@s mais ric@s estão volvendo pouco a pouco os seus capitais no país. Este processo sustenta os investimentos em infraestruturas e inovações no setor tecnológico.
A pessoa mais rica do Brasil em 2026
O homem mais rico do Brasil em 2026 é Eduardo Saverin, cuja fortuna se estima em 41 mil milhões de dólares, segundo à classificação da Forbes Brasil. Nascido em São Paulo em 1982 numa família de judeus ortodoxos, Saverin se mudou para EUA para estudar em Harvard, onde conheceu Mark Zuckerberg e se tornou um dos cofundadores da Facebook em 2004.
Após os conflitos empresariais, a sua quota de participação inicial de 30% foi reduzida para 2%, mas mesmo assim, resultou numa fortuna multibilionária em ações da Meta. Em 2011, Saverin renunciou oficialmente à sua nacionalidade estadunidense, causando grande ressonância em meios de comunicação social mundiais como um exemplo de "emigração fiscal".
Ao conseguir nacionalidade singapurense, ele minimizou as obrigações fiscais, ao mesmo tempo mantendo suas raízes brasileiras. Hoje em dia, a sua companhia de investimentos B Capital controla os fundos no valor de 15 mil milhões de dólares, investindo em start-ups no Sudeste Asiático, América Latina e EUA.
Muitas vezes, no seu país natal, Eduardo Saverín é visto como um exemplo do êxito do capital intelectual brasileiro no estrangeiro, sendo um dos empreendedores mais bem-sucedidos do mundo. A sua história serve como um símbolo da competitividade global dos imigrantes deste país. Nos rankings nacionais, ele se considera como um oriundo do país. Ao mesmo tempo, ele continua a ser uma das principais figuras do capital brasileiro no palco mundial.
A sua estratégia consiste em investir em inteligência artificial, tecnologias blockchain e pagamentos digitais, levando o capital intelectual brasileiro às posições vanguardistas da nova revolução industrial.
O TOP de pessoas mais rica do Brasil em 2026
O Brasil continua a ficar maior economia da região. Por isso, a estrutura da riqueza tem uma importância estratégica. As grandes fortunas influem aos fluxos de investimentos e mercado laboral.
O TOP-10 de pessoas mais ricas do Brasil inclui os representantes de várias indústrias. Um papel significativo pertence ao setor financeiro. Os grupos industriais mantêm suas posições. A influência das tecnologias e dos serviços digitais se está aumentando. No entanto, as fontes de capital se distinguem por sua procedência e modelo do crescimento.
A maioria de multimilionários brasileiros está apoiada pela base familiar. Ao mesmo tempo, as abordagens à gestão de negócio se alteram, os focos em desenvolvimento se deslocam de mercados locais para internacionais e isto torna a participação do capital brasileiro um elemento importante no crescimento global da atividade de investimentos.
Vicky Sarfaty Safra e família
A fortuna familiar da Vicky Sarfaty Safra se estima em 22 mil milhões de dólares, tornando a dinastia Safra o segundo maior império financeiro do Brasil, após o grupo Moreira Salles. A fonte do capital é o Banco Safra, fundado em 1955 por José Safra em São Paulo.
Hoje em dia, o banco controla os ativos no valor superior de 100 mil milhões de dólares e ocupa 5º lugar entre os bancos privados do país por volume de depósitos. A Vicky Safra, viúva do banqueiro José Safra (falecido em 2022), junto com os seus filhos gere os ativos familiares mediante duma estrutura complexa de participações corporativas nos “paraísos fiscais” no Luxemburgo e na Suíça.
A família mantém o controlo total sobre o banco. A sua influência vai muito além do negócio bancário: carteira desta gente inclui imóveis de classe premial em Nova Iorque, Londres e Mónaco, bem como os 500 mil hectares de terrenos agrícolas no bioma do Pantanal e os investimentos em blue chips internacionais.
Em 2024, a família investiu 2 mil milhões de dólares em obrigações “verdes” das empresas energéticas brasileiras, mostrando adaptação às tendências ambientais globais. A estratégia da família se baseia na gestão conservadora de riscos em setor financeiro e isto permitiu preservar o capital mesmo durante a crise de 2008 e pandemia de 2020.
A família é conhecida como muito reservada: Vicky Safra concede entrevistas a cada 5–7 anos, enquanto as reuniões familiares se realizam exclusivamente em residências privadas, sem a presença da imprensa.
Jorge Paulo Lemann
O Jorge Paulo Lemann ocupa terceiro lugar no TOP-10 de pessoas mais ricas do Brasil, com um património cerca de 16 mil milhões de dólares. Ele é cofundador da companhia de investimentos 3G Capital especializada em gestão de marcas de consumo globais. Este fundo controla as marcas comerciais Anheuser-Busch InBev, Kraft Heinz e Restaurant Brands Int. através de quotas de participação.
O Lehmann é conhecido pelo seu modelo duro de gestão. Este modelo se baseia no controlo de custos e na disciplina financeira rigorosa. Tal abordagem permitiu à 3G Capital melhorar rapidamente a rentabilidade das grandes corporações em apuros, isto, muitas vezes, tinha sido criticado por parte de sindicatos, mas bem recebido pelos principais acionistas.
Em 2023, o negócio enfrentou uma crise da cadeia de comércio varejista Americanas. O escândalo reduziu temporariamente o valor dos ativos e aumentou a pressão sobre o capital. No entanto, a diversificação global da carteira permitiu estabilizar rapidamente a situação. Hoje em dia, a Lehmann continua investindo em negócio agrícola e tecnologias alimentares, embora à descida dos preços nos mercados de cereais. Estes investimentos reforçam suas posições em setor industrial da América Latina e diminuem a dependência do negócio de revendas
André Esteves
O André Esteves é uma das figuras mais controversas no mundo das finanças brasileiras. A sua fortuna se estima aproximadamente como os 9 mil milhões de dólares. Ele é o fundador do banco de investimentos BTG Pactual que em duas décadas se tornou um dos principais intervenientes no mercado financeiro do país.
Em 2015, Estevez ficou no foco do escândalo Lava Jato que se tornou a maior investigação de corrupção na história da América Latina. Posteriormente, na base deste processo foi filmada a famosa série televisiva “The Mechanism”.
A detenção do André Estevez causou um choque no setor bancário do país e levou a uma suspensão temporária da gerência do banco. No entanto, apenas três meses mais tarde, todas as acusações foram retiradas. O tribunal não encontrou os fundamentos para prosseguir com o caso. Em 2016, Estevez tinha recuperado totalmente o controlo sobre o banco BTG Pactual.
Hoje em dia, o banco opera com os ativos no valor de cerca de 150 mil milhões de dólares e ocupa as posições-chave no setor financeiro do Brasil. O banco BTG investe ativamente em ativos digitais, lançou sua própria plataforma de criptomoedas, Mynt, e está desenvolvendo uma infraestrutura blockchain para os clientes institucionais. A história do André Esteves se tornou um exemplo da recuperação da confiança, após um enorme escândalo financeiro, e da estabilidade do seu capital depois duma crise profunda.
Fernando Roberto Moreira Salles
O Fernando Roberto Moreira Salles representa a quarta geração duma das dinastias financeiras mais influentes do país. A sua fortuna se estima aproximadamente como os 7 mil milhões de dólares. A família Moreira Salles mantém uma influência significativa no Itaú Unibanco, o maior banco da América Latina, mas o principal ativo é a companhia CBMM, o líder mundial em extração e transformação de nióbio.
O nióbio tem a importância estratégica para indústria moderna. Este metal se utiliza em setores aeroespacial, energético e em produção de ligas de alta resistência. Em 2024, as receitas da CBMM superaram os 3 mil milhões de dólares, reforçando as posições desta empresa no mercado global de matérias críticas.
Fernando evita deliberadamente a publicidade e muito raro oferece entrevistas. Ele está investindo ativamente em energias de hidrogênio e tecnologias de baixo teor de carbono. Tal estratégia permite adaptar-se às tendências ambientais globais, mantendo as principais posições em economia mundial.
Pedro Moreira Salles
O Pedro Moreira Salles está entre as figuras-chave do negócio bancário do país. O seu património se estimas no intervalo de 6–7 mil milhões de dólares. Ele encabeça o Conselho Administrativo do maior banco da América Latina, isto é, Unibanco. O balanço total deste grupo supera 1 milhão de milhões de dólares e tornando o banco Itaú estrategicamente importante para toda a região.
Sob a gerência do Moreira Salles, o banco passou por uma transformação digital de grande escala e foi um dos primeiros que apostaram a serviços móveis. O aplicativo do banco Itaú Unibanco foi instalado por mais de 25 milhões de utilizadores. Isto reforçou as posições do negócio varejista do grupo e reduziu os custos operacionais.
O Moreira Salles participa ativamente no conceito de capitalismo responsável. O grupo Itaú, liderado por ele, destinou cerca de 5 mil milhões de dólares aos projetos de desenvolvimento sustentável do país, investindo em energias verdes, programas sociais e educação. Através de absorção do fundo Kinea Ventures, o banco Itaú recebeu as participações em 8 start-ups. Incluindo o projeto de tecnologias financeiras Liqi e serviço de pagamentos Kanastra. Estas companhias operam com os ativos criptomonetários e automação de pagamentos, reforçando a influência do banco em setor financeiro.
Carlos Alberto Sicupira
O empresário Carlos Alberto Sicupira é um dos principais parceiros da 3G Capital e continua a ser uma das figuras mais ocultas dos negócios brasileiros. A sua fortuna se estima aproximadamente como os 7 mil milhões de dólares. Desde o ano de 2004, ele está participando em gestão do grupo de investimentos e possui cerca de 12 por centos de capital. Após 2010, o Sikupira abandonou conscientemente o espaço público e se concentrou em trabalho operacional.
A sua contribuição para o negócio da 3G Capital está relacionada com o aumento da eficácia. Sob a sua liderança implementavam os sistemas de automação e controlo de custos. Isto permitiu reduzir cerca de 35 por cento as despesas operacionais, tornando-se uma parte da cultura de gestão e a marca distintiva da 3G Capital.
Uma área especial da atividade do Sikupira está relacionada com as tecnologias verdes. Ele investe ativamente em embalagens biodegradáveis e soluções ambientais para os setores agrícola e industrial. Através de sua própria fundação, este empresário financiou a construção de mais de 120 escolas em regiões precárias do país. A sua estratégia de gestão corporativa se baseia na disciplina e escalabilidade do negócio.
Marcel Telles
O Marcel Telles é um dos investidores mais influentes no setor de consumo no Brasil e no mundo. A sua fortuna se estima aproximadamente como os 6 mil milhões de dólares. Ele liderava a Anheuser-Busch InBev até o ano de 2014 e desempenhou um papel fundamental na fundação de maior grupo cervejeiro do mundo. Sob a sua gerência, a InBev adquiriu Anheuser-Busch por 52 mil milhões de dólares e isto se tornou um dos maiores negócios neste setor.
O Telles é conhecido pelo seu estilo duro de gestão. Durante a reestruturação, o pessoal da companhia foi reduzido cerca de 30 mil empregados. Isto permitiu aumentar drasticamente a eficácia operacional. Depois disso, a margem do negócio cresceu 18 por centos.
Após abandonar o controlo operacional da companhia, o Telles se concentrou em investimentos em setor desportivo. Ele possui os 20 por centos de participações do clube de futebol Manchester United. Ao mesmo tempo, o Telles desenvolve os projetos em tecnologias agrícolas para principais culturas produzidas no Brasil, bem como apoia os programas de educação técnica para juventude.
Miguel Krigsner
O Miguel Krigsner é um dos empreendedores mais sustentáveis do país. O seu património se estimas no intervalo de 5–6 mil milhões de dólares. Em 1982, ele fundou a companhia O Boticário, que com os tempos se tornou um dos líderes no mercado de produtos de beleza y maquilhagem na América Latina. Hoje em dia, o seu negócio opera em mais de 15 países de todo o mundo.
A principal particularidade do seu modelo de negócio é uma rede de vendas desenvolvida. A atividade da empresa se baseia no trabalho de 70 mil consultores independentes, permitindo manter a interação com clientes. Ao mesmo tempo, mesmo em tempos difíceis, o negócio da companhia O Boticário mostrava um crescimento cerca de 12 por centos, destacando-se entre os concorrentes.
O Krigsner está investindo sucessivamente em tecnologias digitais. Para personalizar sugestões, a empresa implementou soluções baseadas na Inteligência Artificial. A sua fundação benéfica se dedica a conservar biodiversidade da Mata Atlântica. O Boticário é considerado como um exemplo de negócio transparente e estável não apenas no Brasil, senão nos mercados internacionais.
Jorge Moll Filho
O Jorge Moll Filho é uma das principais figuras no setor de saúde privada do Brasil. A sua fortuna se estima aproximadamente como os 5 mil milhões de dólares. Ele fundou a rede de clínicas Rede D'Or que em duas décadas se tornou o maior operador privado de serviços médicos no país.
Em 2021, o Moll vendeu cerca de 70 por centos das ações da Rede D'Or por 2,5 mil milhões de dólares, causando ampla ressonância no mercado e na opinião pública brasileira. Após a alterar a estrutura da propriedade, os preços dos serviços médicos aumentaram cerca de 35 por centos. Isto provocou grandes discussões sobre o papel do capital privado e os limites da privatização do setor de saúde pública.
Após a vender Rede D'Or, o Moll se concentrou em investimentos estratégicos, desenvolvendo projetos de telemedicina para regiões remotas da Amazónia. A plataforma Rede D'Or atende cerca de 2 milhões de pacientes por ano. Simultaneamente, o Moll está construindo um centro oncológico no valor de cerca de 300 milhões de dólares.
As famílias mais ricas do Brasil
As famílias mais ricas do Brasil são uma base do grande capital. A sua riqueza crescia ao longo de anos, décadas e passava por herança. Estas fortunas se baseiam nos bancos, indústrias e na produção de matérias-primas. Estes são os centros de seus capitas principais e da influência.
Estas famílias não buscam a ser públicas. Preferem agir com calma, sem alvoroço. Ao mesmo tempo, suas decisões refletem na economia do país. Estas determinam em que investir e quais serão inovações e indústrias para desenvolver. Com os tempos, a sua abordagem aos negócios se muda. Cada vez mais fundos se destinam para infraestruturas, desenvolvimento social e projetos relacionados com tecnologias verdes. O capital vai mais além de fronteiras nacionais, expandindo-se para outros mercados. Assim, um negócio familiar adapta-se ao mundo global, mantendo o controlo na sua terra natal.
A família Safra
A dinastia Safra controla uma patrimônio conjunto no valor de cerca de 22 mil milhões de dólares e se considera como um dos grupos financeiros mais fechados do mundo. A história desta família começa no século XIX em Alepo e está relacionada com o capital mercantil. A base do negócio moderno foi criada por Joseph Safra que em 1955 fundou um banco em São Paulo. Com os tempos, o grupo se transformou numa corporação financeira global que controla os ativos na América Latina, Europa e EUA.
Após a morte de Joseph Safra em 2022, a gestão passou para sua esposa Vicky Safra. A família possui propriedades imóveis icónicas, incluindo um arranha-céus na Quinta Avenida, em Nova Iorque. Um lugar especial está ocupado por uma coleção de obras de arte avaliada em cerca de 400 milhões de dólares e considerada como uma parte da estratégia para preservar o capital.
A estratégia do negócio desta família se baseia num controlo duro de riscos. A quota dos ativos de alto risco não supera os 5 por centos. Tal modelo assegura a estabilidade do capital e mantém a influência no setor financeiro a longo prazo.
A família Moreira Salles
O patrimônio total da família Moreira Salles está estimado em cerca de 20 mil milhões de dólares. A base do capital foi criada por Walter Moreira Salles que em 1945 fundou a corporação financeira Unibanco. Em 2008, após a fusão da Unibanco com Itaú, a família conseguiu manter cerca de 15 por centos do controlo, consolidando sua influência no maior banco da região. A gestão de ativos se efetua mediante corporação Itaúsa que continua a ficar uma ferramenta-chave na estratégia de desenvolvimento do negócio dest família.
O ativo industrial mais importante da Moreira Salles é propriedade de 40 por centos da CBMM, o líder mundial em extração de nióbio, que tem um papel estratégico. Ao mesmo tempo, a família investe em futuro. Em 2025, o Instituto Moreira Salles inaugurou um arquivo digital com 500 mil fotografias da história, cultura e vida quotidiana brasileiras. Uma atividade especial do seu negócio consiste em transição energética. A família investiu cerca de 1,2 mil milhões de dólares em energias de hidrogênio. A sua influência no setor financeiro do Brasil permanece há oito décadas, significando uma base sólida e visão estratégica das perspetivas para o desenvolvimento do negócio familiar.
A família Valem
O capital conjunto da família Valem se estima aproximadamente como os 12 mil milhões de dólares. A história desta dinastia começou na década de anos 1940, quando José Epifanio Valem emigrou de Itália para o Brasil. Na década de 1970, o seu filho fundou as bases dum negócio químico que pouco a pouco se transformou numa grande corporação industrial. O principal ativo da família é a companhia Braskem, um dos maiores produtores de polímeros no continente.
Atualmente, a Braskem fabrica cerca de 16 milhões de toneladas de polímeros por ano e controla quase 40 por centos do mercado interno do Brasil. A empresa desempenha um papel sistémico na indústria transformadora deste país. A família investe ativamente em projetos da economia renovável, reciclando até 200 mil toneladas de resíduos plásticos anualmente. Uma atividade especial do seu negócio consiste em produzir o polietileno "verde" a partir da cana-de-açúcar.
Cada ano, a família destina cerca de 50 milhões de dólares para programas educativos. A sua influência no setor industrial continua a ficar de importância crítica não apenas para a economia do Brasil, mas também para toda a América Latina.
A mulher mais rica do Brasil
A mulher mais rica do Brasil ocupa um lugar destacado na economia nacional. A sua fortuna foi criada mediante a gestão ativa no comércio a varejo. Ela aparece regularmente no espaço público e participa em debates comuns. A sua influência se expande além de setor varejista e afeta os investimentos, emprego e assuntos sociais. Tal imagem mostra o novo modelo dos capitais brasileiros, em que o crescimento do negócio se combina com a responsabilidade social.
Luiza Helena Trajano
A Luiza Elena Trajano é considerada como mulher mais rica do país, com um patrimônio avaliado em 4–5 mil milhões de dólares. A sua carreira começou na cidade de Franca, onde ela geria uma sapataria familiar. Em 1991, esta mulher encabeçou o negócio após a morte do pai, quando a empresa se encontrava numa situação delicada. A Trajano apostou à escalabilidade e gestão.
Um passo fundamental foi o lançamento da plataforma online Magazine Luiza em 2009. Isto aconteceu muito antes de digitalização massiva do setor varejista. Hoje em dia, a rede conta com cerca de 1400 lojas e a carteira de clientes supera os 30 milhões de pessoas. Ao mesmo tempo, a companhia está implementando ativamente novas tecnologias e Inteligência Artificial no seu negócio, incluindo para análise de créditos. Em 2025, a divisão financeira dentro do ecossistema da companhia Luiza Cred concedeu aos clientes microcréditos no valor de cerca de 2 mil milhões de dólares.
Em negócio da Luiza Helena Trajano, um lugar especial pertence aos assuntos sociais. Em 2022, foi lançado um programa de estágios para os candidatos pretos. Quase 45 por centos dos cargos administrativos desta empresa são ocupados por mulheres. A fundação benéfica guiada por Trajano, destinou 100 milhões de dólares para apoiar mulheres empreendedoras. Graças a sua atividade, Luiza Elena Trajano se tornou um símbolo do Brasil moderno.
Em conclusão
As pessoas mais ricas do Brasil moldam os seus negócios num mundo rapidamente variável e sabem adaptar-se ao mesmo. Os seus capitais estão distribuídos entro diferentes indústrias e países. Como sempre, o lugar mais notável pertence ao setor financeiro, mas tecnologias e serviços digitais estão desempenhando um papel cada vez mais importante. O TOP-10 de pessoas mais ricas do Brasil reúne as dinastias familiares antigas e empreendedores da nova geração. Alguns, preservam o seu capital durante quatro ou cinco gerações, desenvolvendo e aumentando exitosamente a sua riqueza baseada nas tradições familiares. Outros formam um grande negócio em vinte anos. É pouco provável que em condições atuais surja um trilionário brasileiro. A fortuna máxima, como do Eduardo Saverin, se avalia em dezenas de milhares de milhões de dólares. Os brasileiros mais ricos do mundo investem ativamente no estrangeiro, reduzindo os riscos e expandindo horizontes. O futuro do capital brasileiro está vinculado estritamente às tecnologias, economia verde e ao crescente papel das mulheres no desenvolvimento do país.
As Perguntas Frequentes
Segundo aos dados de ranking da Forbes Brasil, este país conta com 72 multimilionários. El@s operam em setores financeiro, indústria química, tecnologias verdes e no comércio varejista. Os seus negócios criam o clima de investimentos, sustentam o emprego, influem ao desenvolvimento das infraestruturas e estabelecem os marcos econômicos a longo prazo.
Não, os trilionários brasileiros não existem. O patrimônio mais grande, os 41 mil milhões de dólares, pertence ao Eduardo Saverin. Para chegar a um trilião, ele terá que aumentar o seu capital 25 vezes. Em próximas décadas, tal crescimento é impossível.
A lista global de multimilionários da Forbes consta os 68 brasileiros mais ricos. El@s ocupam posições num intervalo de 150ª a 2.000ª. Os seus ativos estão distribuídos por diferentes setores, refletindo o desenvolvimento dinâmico da economia brasileira.

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