No período de 2019 a 2020, a cripto-mineração se tornou um fenómeno tão popular que provocou multiplicação de demanda de GPU (processadores gráficos). Naquele tempo, os entusiastas de criptomoedas tentavam ter sua própria torre de servidores. Ao 2024, a mineração digital se reduziu significativamente. Entretanto, isto não significa que mineração rentável se tornou impossível e potenciais lucros de obtenção de criptomoedas não cobrem mesmo as despesas para eletricidade consumida. Embora que "febre de ouro" já passou, como antes, a emissão de tokens poderá ser vantajosa, se abordar o assunto razoavelmente.
Nesta revista Você conhecerá como está organizado blockchain, o quê é comprovação de atividade para quê cada mineiro necessita desta. Também, como se realiza o processamento de transações e confirmação de novos blocos de moedas virtuais. Além disso, vou a contar sobre maior medo de todos os mineiros: aumento de complexidade e em que isto poderá resultar.
Neste artigo analisaremos:
- Os principais aspetos da cripto-mineração
- O quê inclui em si a cripto-mineração
- Os métodos de mineração de criptomoedas
- Reunificação de recursos em pools de mineração e os fatores que influem à rentabilidade
- A mineração em smartphones e computadores pessoais
- Os prós e contras em mineração de criptomoedas
- A legalidade e incerteza regulatória
- A estabilidade e o futuro da mineração de criptomoedas
- Em conclusão
- As Perguntas Frequentes sobre mineração de criptomoedas
Os principais aspetos da cripto-mineração
A tese fundamental | As conclusões |
O termo "mineração" (mining, em inglês) | A cripto-mineração é um dos processos para obter criptomoedas mediante realização de cálculos para ajuntar novos blocos de informação sobre transações em cadeia destes (em inglês, "blockchain" significa "cadeia de blocos"). |
A recompensa | Para manter rede funcional e confirmar transações, os mineiros recebem uma recompensa em criptomoeda. |
A rede distribuída | A mineração de criptomoedas se realiza pelos participantes que utilizam uma estrutura distribuída da rede garantindo a integridade do blockchain. |
A complexidade da mineração | A complexidade da mineração se corrige regularmente para manter um intervalo de tempo constante entre os cálculos de novos blocos. Por exemplo, em blockchain do Bitcoin este intervalo é 10 minutos. |
As variações de algoritmos | Existem diferentes algoritmos da mineração aplicados em criptomoedas distintas. Os mais conhecidos são Proof of Work (PoW) e Proof of Stake (PoS). |
Os métodos PoW para minerar criptomoedas | Isto são a mineração em nuvem, mineração em torre de servidores usando capacidades dos GPU, CPU, ASIC ou FPGA em modo "solitário" ou compondo um "pool". |
A legalidade e regulação | O estatuto e regulação da mineração de criptomoedas se distinguem de país ao país influindo a sua disponibilidade e legitimidade. |
Com quê minerar criptomoedas? | As torres de servidores se distinguem por seu hardware (equipamento) e software (programas). Os mineiros profissionais de Bitcoin compram os ASIC ou FPGA de alto rendimento. Também, as torres de servidores podem ser montadas na base de plataformas com possibilidade para conetar várias placas gráficas. Tais torres se ajustam para minerar maioria de altcoins. Você poderá montar sua torre de servidores caseira na base dum computador ordinário. O processo de mineração de criptomoedas poderá ser lançado mesmo em smartphone, mas neste caso, os lucros de mineração não vão a cobrir as despesas de manutenção. |
A mineração de criptomoedas é um processo tecnicamente complexo e requer grandes investimentos de capital, bem como permanente manutenção. A rentabilidade da mineração depende muito de cotação da criptomoeda a obter e de valor do equipamento.
O quê inclui em si a cripto-mineração
Num modelo simplificado, a mineração de criptomoedas, tanto de Bitcoin como de qualquer outra moeda que funciona com o protocolo PoW, se divide em seguintes etapas:
- torre de servidores valida as transações e completa um bloco;
- torre realiza os cálculos;
- terminando fase de cálculos, o mineiro obtém o direito para adicionar seu bloco em cadeia destes (blockchain);
- por um bloco recém obtido e sua introdução em cadeia, os mineiros de Bitcoin recebem uma recompensa.
Para emitir tokens, os mineiros efetuam os cálculos específicos e solucionam as quebra-cabeças matemáticas complexas. O primeiro mineiro que encontra a solução, adiciona no blockchain um novo bloco e recebe uma recompensa em mesma criptomoeda. Tal algoritmo se denomina Proof-of-Work ou PoW.
O segundo protocolo mais divulgado entre os blockchains, é comprovação de quota (PoS, em sigla inglesa). Para este tipo de mineração de criptomoedas é suficiente ter algum equipamento computacional de baixa potência. As vantagens em receber recompensas não obtêm os quem soluciona rapidamente mais tarefas, senão quem transferiu para o staking (armazenamento de aforro) uma quota maior de moedas em blockchain. O blockchain mais conhecido com protocolo PoS é Ethereum.
Em blockchains, independentemente de mecanismo de consenso (protocolo), a mineração é necessária para confirmar uma ou grupo de transações e adicionar estas em registro. Ou seja, os esforços dos mineiros garantem as permissões necessárias para funcionamento da criptomoeda. Este mecanismo está utilizado em Bitcoin, bem como em altcoins populares: Ethereum Classic, Litecoin e Monero.
O número de blocos compostos depende de capacidade computacional total do equipamento de mineração que se mede em valor versátil do rendimento, isto é, o hashrate. O papel determinante em rendimento das torres de servidores tem o processador gráfico utilizado para mineração de criptomoeda. Quanto maior é potência da torre de mineração, mais alta será recompensa, ou seja, a emissão de tokens.
Nem cada criptomoeda poderá ser minerada. Por exemplo, o famoso Ripple funciona com o protocolo RPCA e mesmo não prevê alguma mineração. Outro exemplo conhecido é o token USDT ou Tether. Este funciona simultaneamente em blockchains diferentes: Ethereum, TRON, BNB e outros. O mesmo não tem seu próprio protocolo, portanto, se emite ou se retira de circulação de forma centralizada para garantir paridade 1:1 com o USD.
O processo de mineração e os incentivos
Para um utilizador não instruído é difícil entender como de nada surge algo, ou seja, os valores financeiros digitais que podem ser cambiados para o dinheiro fiduciário. E mesmo é absolutamente incompreensível, que relação tem a segurança na rede com as torres de servidores. Para assimilar o processo de atividade em mineração, consideramos alguns vocábulos:
- A carteira é um par de chaves. Os endereços de carteiras são hash criptografados das chaves públicas.
- Transação é um registro sobre data, remetente, destinatário e volume do ativo que se realiza ao transferir os fundos duma carteira para outra. Hash das transações está assinado com uma chave cerrada do remetente e enviado para todos os participantes no blockchain esperando confirmação "nonce". Isto é, um número aleatório de 32 bits que os mineiros tentam a calcular. O "nonce" garante evitar duplicação de despesas. Metaforicamente, o blockchain é algo semelhante ao registro contabilístico em que estão mencionadas todas as operações. Mas romper o código do blockchain e ler os registros sem ter as chaves, é impossível.
Antes de operação for confirmada, a mesma está guardada em pool de transações. A própria confirmação sucede como resultado de solucionar um novo bloco. Nesta fase, se interferem os mineiros de criptomoeda que recebem por sua atividade as recompensas distribuídas.
Vamos a ver esta atividade de mineiros num exemplo de progenitor de todas as criptomoedas, o Bitcoin. Todas as torres de servidores estão reunidas num pool comum que sustenta o funcionamento de todo o blockchain. Cada um dos mineiros guarda uma cópia do blockchain, ou seja, da sequência de toda a cadeia de blocos. Isto significa que as torres de servidores oferecem proteção de falsificações do sistema decentralizado.
Também, as torres de servidores confirmam realização de operações adicionando novos blocos na rede Bitcoin. O primeiro mineiro que soluciona o problema, recebe uma recompensa por bloco em forma de Satoshi. E em terceiro lugar, os cripto-mineiros verificam as transações que foram registradas. Ou seja, sem resolver as equações matemáticas complexas em torres de servidores e criar novos blocos, a rede blockchain mesmo não poderá funcionar.
Os métodos de mineração de criptomoedas
Os mineiros utilizam vários métodos que permitem efetuar emissão de moedas digitais na base de tecnologia blockchain:
- cálculos em nuvem;
- mineiros ASIC (Circuito Integrado de Aplicação Específica);
- mineração em torres de servidores com um pool de placas gráficas;
- mineração com processador;
- lançamento de nodo-mestre (master node).
Para começar a receber recompensas por blocos e sua adição em cadeia do blockchain, mesmo não é necessário ter uma torre de servidores. Os cálculos poderão ser realizados em equipamento informático num centro de processamento de dados localizado a milhares de quilómetros de Você.
A mineração de criptomoedas em nuvem é conveniente porque um futuro mineiro não necessita investir logo uma "pipa de massa" em comprar torre de servidores, projetar um sistema de refrigeração eficiente, realizar manutenção de equipamento e tentar reduzir rentabilidade. Em vez de tudo isso, é possível alugar alguma quantidade de hashrate por segundo ou mesmo os mineiros ASIC, isto são as "tulhas" materiais individuais.
O processo de mineração mediante capacidades dos serviços de nuvem poderá ser mais vantajoso de adquisição duma torre de servidores. Os centros de processamento de dados gastam menos para energia elétrica e compram os componentes a preço de fábrica, diminuindo notavelmente as despesas operacionais. O cripto-mineiro tem o acesso às enormes capacidades computacionais que poderão ser ativadas, em caso de complexidade aumentar. Não existe o problema de equipamento obsoleto. Maior parte de riscos e potenciais prejuízos cabe à arrendador e suas perdas não poderão exceder o preço de renta de torres de servidores ou de ASIC num centro de processamento de dados.
Os mineiros ASIC são os circuitos integrados para minerar Bitcoin e seus entroncamentos. As torres de servidores compostos por ASIC são muito rentáveis. No entanto, uma grande desvantagem destas torres de servidores consiste em que as mesmas, em geral, estão concebidas para um algoritmo concreto. Ou seja, isto é um circuito integrado para uma aplicação específica. Por exemplo, se uma torre de servidores funciona com algoritmo SHA-256, esta emite as criptomoedas como Bitcoin, Bitcoin Cash, Bitcoin SV e mais cerca de três dezenas de outras moedas digitais. É difícil reprogramar tais torres de servidores para outros algoritmos.
O segundo método mais popular para obter Bitcoin e outras criptomoedas, é mineração com um processador gráfico (GPU, em sigla inglesa). O nível de ruído das torres de servidores na base de processadores gráficos é mais baixo, comparando com o ASIC. Por isso, tais torres de servidores poderão estar instaladas mesmo nos apartamentos. As placas gráficas podem ser ajustadas para qualquer algoritmo e minerar centenas de criptomoedas.
A mineração com processador é eficaz para um número limitado de criptomoedas. O algoritmo mais conhecido, que utiliza as capacidades dos processadores centrais (CPU, em sigla inglesa), é RandomX. Por exemplo, com este funciona blockchain Monero: token XMR. Para obter uma recompensa notável por minerar "recursos naturais" operando com este algoritmo, o cripto-mineiro necessita uma torre de servidores multiprocessadora construída numa plataforma potente.
Em 2021, depois de lançamento de projeto Chia, surgiram torres de servidores com um conjunto de HDD. O blockchain Chia permite aos mineiros de criptomoedas formar novos blocos utilizando discos rígidos. Entretanto, este projeto já está abandonado pelos cripto-mineiros. Por isso, ainda é melhor deixar a ideia de construir uma torre de servidores com HDD de grande capacidade.
Conforme o número de participantes, distinguem a mineração de criptomoedas solitária e em pool, ou seja, uma comunidade de mineiros. Os pools de mineiros permitem reunir as capacidades computacionais de milhares de utilizadores com próprias torres de servidores. Tal abordagem coletiva aumenta oportunidades duma agregação exitosa de blocos para novas transações, reduzindo os riscos financeiros de cada um dos participantes.
Também, para os mineiros é possível receber as recompensas em forma de comissões, lançando um nodo-mestre. Isto são principais nodos com os poderes aumentados sem que algumas redes não vão a funcionar. Por exemplo, a funcionalidade da rede DASH está suportada pelos nodos-mestres. O lançamento dum nodo-mestre equivalem à mineração de criptomoedas, embora tecnicamente isto não é assim. No entanto, os nodos-mestres abrem aos investidores boas oportunidades para negócio e investimentos particulares.
O equipamento para mineração
Conversando sobre os métodos de mineração de criptomoedas, passamos para assuntos técnicos. Quê torre de servidores seria mais eficaz para as determinadas tarefas?
Os ASIC é uma solução para os profissionais. As torres de servidores baseadas nos ASIC são ruidosas e, portanto, absolutamente incompatíveis com utilização doméstica. Estas têm boa eficácia energética, alta velocidade de função hash, mas os preços exorbitantes e alem disso, são determinadas para os certos algoritmos. Também, as torres de servidores ASIC ficam rapidamente obsoletas com o aumento de complexidade dos cálculos matemáticos e normalmente, para um cripto-mineiro ordinário será difícil revender o equipamento desatualizado.
Os processadores gráficos são concebidos para uma mineração moderada de criptomoedas e recompensam bastante bem os fundos investidos. As torres de servidores com várias placas gráficas têm um bom rendimento e poderão ser reajustadas para qualquer algoritmo.
Escolhendo o equipamento, prestem atenção à proporção entre o hashrate e consumo de eletricidade. Bem como, conceba uma boa refrigeração para prolongar vida útil do hardware e para que com o aumento de complexidade da mineração seria possível vender equipamento no mercado de segunda mão.
Reunificação de recursos em pools de mineração e os fatores que influem à rentabilidade
Tomamos os 10 mineiros, cada um dos quais tem torre de servidores com uma potência de 1% de capacidade total da rede. Ao mesmo tempo, se emitem os 280 blocos da criptomoeda por dia. Isto significa que cada um mineiro solitário pode completar cerca de 14 blocos por semana. Se reunir estas 10 pessoas num pool, a capacidade conjunta será os 10%. Num dia, este pool vai a minerar 28 blocos e numa semana, os 196. Ou seja, em média, um mineiro emitirá os 19,6 blocos e isto é 5,6 blocos mais de que calculando estes em modo solitário. A reunificação de recursos é relevante com o aumento de nível da complexidade dos cálculos.
Cada pool está controlado por um ou vários coordenadores que garantem a fiabilidade do sistema, zelam para que os mineiros não gastaram capacidades e energia elétrica para descodificar os mesmos blocos e distribuem de foram justas as recompensas.
Os fatores da rentabilidade de participar num pool são: número de membros e o modelo de distribuição de recompensas
- Os mineiros PPS recebem as comissões por cada quota (share, em inglês), isto é, um intento válido para solucionar problema.
- A recompensa FPPS se distribui ao finalizar busca dum novo bloco. Além disso, as comissões são pagas por realizar transações em bloco encontrado.
- As recompensas proporcionas PPLNS dependem de contribuição dum mineiro em últimas N tentativas de descodificar o bloco.
A mineração em smartphones e computadores pessoais
Tecnicamente, a mineração móvel é possível e existem mesmo vários aplicativos que convertem quase qualquer smartphone numa minitorre de servidores. Para registrar-se, se adquirem os números permanentes ou descartáveis e se mineram as criptomoedas em 10, 20 ou 100 celulares simultaneamente.
Mas os lucros obtidos a partir de tal torre de servidores são duvidosos, devido à baixa capacidade produtiva e eficácia energética dos smartphones. Também, é duvidosa a resistência dos celulares a altas cargas. Os proprietários de torres de servidores estão muito preocupados por o desgaste do GPU resultante de altas temperaturas e um smartphone é ainda menos capaz de funcionar muito tempo nas condições de sobreaquecimento permanente. A utilização de celulares para mineração provoca um impacto elevado no ambiente natural por necessidade de substituição regular de baterias.
Os prós e contras em mineração de criptomoedas
Vamos a considerar detalhadamente as vantagens e desvantagens da mineração de criptomoedas.
Prós | Contras |
O sustento de funcionamento de blockchains | As despesas para consumo de energia |
As garantias de segurança na rede | O impacto negativo sobre o ambiente natural |
As recompensas monetárias que cobrem amortização de equipamento | A redução de lucros, devido ao aumento de complexidade dos cálculos |
As capacidades económicas para altos ganhos. | A necessidade de pagar os impostos de renda |
A adquisição duma experiência valiosa em mineração e funcionamento do blockchain | Os riscos e vulnerabilidades, por exemplo, as proibições para minerar no país de residência, riscos de falhas técnicas, ataques de hackers e redução de valor das criptomoedas |
Os prós a mineração de criptomoedas
A cripto-mineração é simplesmente necessária. Maior parte de modelos do blockchain está elaborada de tal maneira que sem atividade dos mineiros será impossível manter segurança na rede e mesmo sustentar seu desempenho.
Para os próprios mineiros, as torres de servidores são uma fonte de receitas. Para os cripto-adeptos e investidores, as recompensas são o principal incentivo para utilizar as capacidades do seu equipamento em busca de novos blocos. No entanto, para que compra de equipamento seria rentável e, percorrendo algum tempo, poder obter um lucro líquido a partir duma torre de servidores, é necessário elaborar um plano de investimento que considere o hashrate do sistema e previsões sobre cotação para um período longo.
Os contras a mineração de criptomoedas
Uma vez adquirindo uma torre de servidores, Você não terá com esta o mesmo lucro dentro de 2 ou 3 anos. A complexidade dos cálculos se aumenta constantemente. Portanto, o equipamento que ontem ganhava milhares de dólares ao mês, se desmultiplicará sua rentabilidade depois de aumento da complexidade. Por isso, a cripto-mineração é um processo ininterrupto e escrupulosamente pensado de investimentos em equipamento.
Em muitos países, a renta obtida de mineração de criptomoedas está sujeita aos impostos. Isto também terá que ser considerado em sua estratégia de investimentos. Além disso, os mineiros em todo o mundo enfrentam as proibições de emitir criptomoedas por parte de autoridades e os outros riscos capazes de prejudicar significativamente.
A legalidade e incerteza regulatória
Na vanguarda de proibições de criptomoedas está China. Neste país, Você não poderá montar uma torre de servidores e encontrará as proibições legais sobre operações de câmbio e venda de moedas digitais.
Também, no Irã começaram a restringir notavelmente a cripto-mineração. Há pouco tempo, este país atraia os proprietários de torres de servidores, tentando aceder ao comércio internacional. No entanto, o número de mineiros cresceu tanto que a indústria energética deixou de ser capaz de suportar a carga adiciona.
Uma situação semelhante sucedeu em fria Islândia. Inicialmente, o governo deste país oferecia aos mineiros emitir o "ouro" digital utilizando energias "verdes" das fontes geotérmicas. Mas devido a agiotagem total, surgiu a falta de energia elétrica para indústria siderúrgica. Por isso, no país está proibido abrir novas torres de servidores. No entanto, não expulsam os mineiros que já estão trabalhando.
Em relação à legalidade de criptomoedas e mineração, todos os países se dividem por:
- proibidores;
- de incerteza regulatória;
- com circulação de criptomoedas legal e controlada pelo governo.
A parte se encontra Vietnã, onde mineração e pagamentos em criptomoedas estão legalmente proibidas, mas, ao mesmo tempo, funcionam livremente os conversores monetários e casas de cripto-câmbios.
A estabilidade e o futuro da mineração de criptomoedas
O fundador da companhia EMCD, Michael Jerlis, supõe que não vale a pena esperar o fim da mineração de Bitcoin num futuro contemplável. Com os ritmos atuais, a emissão de moedas se terminará em ano 2140. A formação permanente de mineiros e sua adaptação às condições variáveis permitirão obter os lucros estáveis mesmo dentro de décadas.
Mais ainda, a estabilidade do Bitcoin está assegurada contra aumento múltiplo de número de mineiros e de capacidades das torres de servidores. Com o crescimento de mineração, se aumentará proporcionalmente a complexidade da rede e dos cálculos. Segundo à opinião deste perito, o mecanismo de redistribuição de complexidade se ativa duas de duas semanas. Além disso, os três halving realizados do Bitcoin não foram últimos na história desta criptomoeda. Isto significa que o próximo não será o fim da vida do "Bitoque".
O outro perito nesta área, o analista financeiro da cripto-bolsa Currency, Mikhail Karhalev, também considera pouco provável que a mineração de criptomoedas alguma vez se converterá não rentável. Em caso de recompensas monetárias por um bloco e outros incentivos vão diminuindo gradualmente, os mineiros no futuro poderão:
- começar cobrando comissões complementares por acelerar transações;
- realizar os mecanismos de reemissão de Bitcoins extraviados;
- atualizar procedimento de validação do blockchain;
- complicar o comprovativo de quota aumentando as taxas de comissões.
Estas ideias são relevantes para o Bitcoin e outros altcoins que se emitem mediante mineração. Ao mesmo tempo, não deverá excluir os receios sobre combustíveis fosseis naturais e impacto ambiental que pressionam os reguladores e provocam novas restrições em mineração de criptomoedas.
Em conclusão
O consenso (protocolo) decentralizado somente admite o funcionamento do blockchain com a atividade dos participantes que completam ininterruptamente a cadeia com novos blocos. Sua contribuição substitui as entidades de emissão centralizadas garantindo produção de novas moedas e validação do blockchain.
A motivação de mineiros ativos consiste em recompensa monetária por adicionar novos blocos. Por isso, a cripto-mineração traz um benefício comum em forma de desenvolvimento da rede e é vantajosa individualmente para cada mineiro.
Ao mesmo tempo, a mineração não se distingue de qualquer outra atividade empresarial ou mercantil, mas é conjugada com os riscos adicionais, devido à incerteza jurídica e alta volatilidade dos preços de próprias criptomoedas. Cada um futuro mineiro terá que ponderar com muita prudência todas os prós e contras antes de começar sua atividade. Talvez, montar uma torre de servidores própria não é uma alternativa tão mal à mineração.
As Perguntas Frequentes sobre mineração de criptomoedas
Para garantir comprovativo de funcionamento da rede, por exemplo, confirmar realização duma transação em criptomoedas, é necessário adicionar no blockchain um novo bloco com informações sobre esta transação. As torres de servidores realizam os cálculos matemáticos complexos para adicionar na cadeia o seu bloco formado. O primeiro que consegue fazer isto, recebe uma recompensa em criptomoeda. Ou seja, a atividade de minerar bitcoins e outras criptomoedas se efetua para validar transações e emissão de novos tokens.
Alguns mineiros possuem várias torres de servidores e ganham milhares de dólares descodificando os blocos de criptomoedas como Bitcoin. As receitas mensais dum sistema montado podem oscilar entre dezenas de dólares, em caso de um computador ordinário, até centenas, falando de mineração de criptomoedas mediante ASIC ou torre de servidores com várias placas gráficas de alto rendimento.
A mineração é um processo complexo de cálculo de novos blocos de transações que serão adicionadas posteriormente no blockchain. Isto é necessário para confirmar estas transações e emitir novas moedas. Para buscar os blocos, as torres de servidores efetuam os cálculos de equações matemáticas complexas conforme os algoritmos criptográficos.
Não é fácil responder indubitavelmente a esta pergunta. A mineração de criptomoedas somente poderá ser rentável, quando as despesas para o consumo de energia elétrica e amortização de torre de servidores são mais baixas de que a recompensa recebida por descodificar novos blocos. Quanto mais alto é hashrate duma torre de servidores com mesma eficiência energética, maior será o lucro líquido obtido desta torre.
Sim, mas não sempre é conveniente. Suponho que Você não queria viver ao lado dum apartamento com uma torre de servidores composta por ASIC. São os agregados muito ruidosos e também, se aquecem demasiado. Por outro lado, as torres de servidores com GPU não produzem tanto ruído e muitas vezes estão instaladas nos apartamentos. Também, é preciso calcular o consumo de eletricidade para que este não excedia muito as normas admissíveis para um apartamento.
A legalidade da mineração depende de país. Por exemplo, na China está proibida exploração de torres de servidores e o trading com criptomoedas. Também a mineração é totalmente proibida no Irá, Islândia, Vietnã, Indonésia e alguns outros países.
A informação sobre transações que confirma sua autenticidade e não admite duplicação de gastos, está guardada em blocos. Para que os utilizadores da rede poderiam realizar transações, é necessário validar estas por parte de mineiros. Estes últimos recolhem todas as transações não processadas, validam as mesmas, formam novos blocos de transações verificadas e adicionam as no blockchain.
As torres de servidores se montam de componentes de alto rendimento que são capazes de solucionar os problemas matemáticos complexos. As placas gráficas eficazes consomem muita energia elétrica. Por isso, mesmo uma torre de servidores caseira vai a consumir bastante mais de 1 kWh.
A mineração de criptomoedas em si, não danifica o GPU, processador ou qualquer outro componente do computador. Entretanto, este equipamento funciona com uma carga máxima constante que provoca eventual sobreaquecimento. Por isso, ao projetar as torres de servidores, é importante contar com um bom sistema de refrigeração e uma fonte de alimentação elétrica fiável para prolongar ciclo de sua exploração.
Tecnicamente, é possível minerar criptomoedas num iPhone. Não obstante, o rendimento dum smartphone é dezenas ou mesmo centenas vezes inferior duma torre de servidores mais simples. Os lucros potenciais desta mineração de criptomoedas serão miseráveis.

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