O ouro é o ativo mais antigo e lendário famoso desde o dia da criação do mundo, a maldição e bendição da humanidade. Sem pretender ao estudo universal, neste artigo tentaremos considerar quem é o responsável pelo movimento do preço do ouro, como ganhar e guardar, mas não perder.
Neste artigo analisaremos:
- O ouro: mistérios da demanda e oferta. O quê e como influi ao preço de ouro?
- O que determina o preço do ouro?
- Analisamos as particularidades da formação do preço e estrutura do mercado deste metal precioso
- Os especuladores bolsistas. Londres contra Nova Iorque e Chicago
- A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA e o relatório sobre as obrigações dos traders
O ouro: mistérios da demanda e oferta. O quê e como influi ao preço de ouro?
O metal precioso que em tempos realizava a função de dinheiro, mas nos últimos anos perdia a sua atratividade. A equivalência do custo, arredor do qual há muitas lendas, suposições e rumores não verificados. O ativo, em qual os investimentos podem tornar-se uma fonte de lucro e ser fonte de deceção.
O dólar e o ouro como equivalência do custo. A história e atualidade
Primeiramente observamos os fatos. Como se sabe, em julho do ano 1944, quando a Segunda Guerra Mundial se aproximava ao fim, na conferência internacional que foi realizada em Bretton Woods, EUA, como moeda principal de reserva foi nomeado o dólar estadunidense, que era ativo básico para as outras moedas, ou seja, a cotação de quais era determinado em conceito de paridade de moedas. No entanto, o mesmo dólar foi vinculado ao ouro, cujo preço foi definido em 35 dólares dos EUA por onça troy (31.1035 gramas). Um grama de ouro 999,9 de lei de metal custava 1.125 dólares. A paridade de moedas era apoiada por bancos centrais, no entanto, já no ano 1968 foi definido um mercado duplo de ouro, onde o preço do ouro era determinado em conformidade com a demanda e oferta.
Em agosto do ano 1971, o presidente dos EUA, Richard Nixon, introduziu uma moratória em troca dos dólares para ouro por cotação oficial dos bancos centrais, e já em dezembro do mesmo ano, aconteceu a desvalorização do dólar e o preço do ouro aumentou até 38 dólares. Realmente, isto significou a falência dos EUA. Ainda mais, em fevereiro do ano 1973, os EUA desvalorizaram o dólar até $42.2 por onça troy e, realmente, a era do padrão-ouro chegou ao fim. Na conferência internacional da Jamaica, em março do ano 1973, foi formado o mercado FOREX e as cotações das moedas em relação um ao outro começaram a ser determinadas com base do mercado, no entanto, o dólar continuou a ser a moeda de reserva mundial, o que em posteriormente permitiu aos EUA lançar a impressora pelo seu próprio critério.
A partir de aí passaram 48 anos e uma onça de ouro aumentou em preço até 1475 dólares, um crescimento impressionante em 42.14 vezes ou 4214%. No entanto, é pouco provável que alguém, planeando os investimentos, colocá-los com o horizonte em 50 anos. Para nós são adequadas as perspetivas mais próximas, em 5, 10 e 20 anos. Ao mesmo tempo, os traders estão interessados em intervalos de tempo ainda mais curtos, o mais frequente é um ano, trimestre ou mesmo um mês. Então o que influi em grau maior ao preço do ouro e como determinar a direção do preço? Tentemos analisar este artigo.
O que determina o preço do ouro?
Como se sabe, a análise fundamental dos mercados financeiros tem um papel importante em relação do custo do ouro, frequentemente mesmo substituindo a análise técnica. Em condições da formação do preço, o mesmo é influenciado pela lei da demanda e oferta. Se seguimos os dados das fontes abertas autorizadas, por exemplo os dados de Conselho Mundial do Ouro (World Gold Council), então as fontes de demanda principais são: indústria de joalheria, setor tecnológico, investimentos e bancos centrais (fig.1).
No ano 2018, a indústria de joalheria consumiu 2241 toneladas, a tecnologia requereu 335 toneladas, o setor do investimento comprou 1164 toneladas e, por fim, os bancos centrais obtiveram 656 toneladas de ouro. Por sua vez, a produção de ouro constituiu 3.501 toneladas, devido à extração e 1.177 toneladas de ouro foi devolvida ao mercado em resultado da reciclagem. Os países principais que produzem ouro, segundo os dados do ano 2018, são: China (404.1 toneladas), Austrália (314.9 toneladas), Rússia (297.3 toneladas) e EUA (221.7 toneladas).
Fig. 1 Os consumidores principais do ouro:
Não é difícil de notar pelos dados de WGC que o consumidor principal do ouro é a indústria de joalheria com a parte de consumo 51% em volume total. Também é bem visto que a indústria de joalheria é o comprador principal do ouro durante muitos anos, parece que deve influir sobre o preço do ouro, mas nem tudo é tão fácil. Realmente, o preço do ouro é influenciado pela demanda por artigos de joalheria nos EUA, Índia e China, mas esta influência corresponde mais a fatores de longo prazo, como a demanda dos bancos centrais ou o crescimento da indústria mundial de eletrónica.
Entre os fatores que influem sobre o preço do ouro, podem ser destacados quatro categorias principais:
- aumento do bem-estar e expansão económica;
- risco de mercado e incerteza;
- custo alternativo;
- impulso e posicionamento.
Os primeiros dois fatores têm especialmente um papel importante em perspetiva de longo prazo do preço do ouro e formam uma base de rezões estratégicas para compra e investimento em ouro.
Entre o preço do ouro e crescimento económico existe uma conexão. O aumento do bem-estar da população causa o crescimento de consumo dos artigos de joalheria, aumenta a demanda do setor tecnológico, a inflação incentiva aos investidores a investir em ouro e ativos de conteúdo de ouro. Nos EUA, Índia e China, o ouro é um objeto de luxo e meio de poupança.
Em caso dos riscos de mercado, geopolíticos e outros, os investidores consideram o outro como um ativo-refúgio de alta liquidez que lhes protege de desvalorização da moeda. O preço do ouro está afetado muito pela política dos bancos centrais e o posicionamento bolsista que podem levar ao aumento ou diminuição significativos do preço do metal precioso.
Existem e funcionam modelos multifatoriais para a avaliação das perspetivas do preço do ouro que com alta exatidão permitem prever a direção do preço. Nestes modelos, o preço do ouro é determinado com a interação de promotores. No entanto, a dificuldade destes modelos e, também, a falta de informação operativa e confiável, não permitem aplicá-los no trading diário ou decisões de investimento. A exatidão destes modelos não garante o crescimento da estimativa matemática dum resultado positivo com o aumento de despesas de mão-de-obra para a projeção. Sempre há variáveis desconhecidas que podem denegar a hipótese e impedir de realizar a previsão. Por isso, precisamos uma ferramenta simples baseado em algumas suposições que com alto grau de probabilidade ajudará a criar uma correta previsão sobre o ouro Forex.
Analisamos as particularidades da formação do preço e estrutura do mercado deste metal precioso
Se está negociando no mercado de commodities, é necessário ter os conhecimentos sobre a estrutura e dinâmica da demanda e oferta dum artigo. Um exemplo típico é o petróleo que, graças às esperanças de crescimento global da demanda e redução do superávit, devido à abertura de principais economias do mundo, recupera rapidamente suas posições perdidas. Em diferença com Brent e WTI, o ouro é menos sensível à conjuntura do mercado de ativos materiais, mas em qualquer momento pode castigar um trader que ignora os conceitos fundamentais.
Na estrutura da demanda global deste metal nobre dominam a joalheria e investimentos, cujas quotas em ano 2019 foram 48,5% e 29,2% respetivamente. O volume específico das compras de ouro pelos bancos centrais constituía 14,8% e quota do seu uso em indústria alcançava os 7,5%. Este último índice é muito importante. O caso consiste em que a prata tem o mesmo índice muito superior e o encerramento de empresas industriais por motivo de pandemia levou a uma cedência mais rápida do par XAG/USD, comparando com o par XAU/USD. Por isso, a relação destes dois metais precipitou aos máximos históricos. É lógico que no âmbito de recuperação da economia mundial vale a pena contar com redução deste coeficiente, ou seja, apostar a subida mais rápida da prata, comparando com ouro.
A dinâmica da demanda global de ouro
Fonte: WGC.
Em primeiro trimestre, o volume específico dos investimentos na estrutura da demanda global de ouro subiu até 49,8% e por sua vez, o volume da joalheria se reduziu até 30,1%. Comparando entre os meses outubro-dezembro e janeiro-março do ano 2019, o consumo de ouro baixou quase em todas as áreas, excluindo os ETF e moedas.
A dinâmica da demanda trimestral de ouro
Fonte: WGC.
A alteração da estrutura da demanda é um momento muito importante para formar o preço. Quando isto acontece, podemos a falar sobre estabilidade da tendência corrente. A deslocação da quota desde joalheria para os investimentos, é um sintoma certo de que no mercado dominam os "touros". As joias são demasiadamente caras e isto leva à redução do consumo destas. Ao revés, que mais rápido crescem as reservas de fundos bolsistas especializados, mais altas são as cotações dos seus valores mobiliários e maior é o número de compradores. Às vezes, no âmbito de tendência ascendente dizem que o ouro está fluindo de Este a Oeste. É verdade, o peso específico da China e Índia na estrutura do consumo de ouro em joalheria no ano 2019 constituía 67%, enquanto os principais ETF se localizam nos EUA (incluindo maior fundo SPDR Gold Shares) e na Europa.
Principais produtores de ouro são China (404,1 toneladas), Austrália (314,9 toneladas), Rússia (297,3 toneladas), EUA (221,7 toneladas) e outros países. O impacto de demanda sobre o preço é limitado. Como um exemplo típico posso apresentar o ano 2013. Naquela altura, muitos diziam que as cotações do par XAU/USD não serão capazes de cais abaixo de $1300-1350 por onça Troy, porque mesmo neste nível se localiza o ponto de rentabilidade das companhias-produtoras. Tal dizer, mesmas reduziram a produção e isto levará ao défice e aumento do preço. Em realidade, as tecnologias de cobertura existentes permitem às companhias afixar o preço e continuar minerar os mesmos volumes do ouro. Este metal precioso caiu significativamente mais baixo, castigando os compradores por autoconfiança excessiva.
Ao mesmo tempo, não vale a pena ignorar completamente a oferta. Em 2020, devido à pandemia e encerramento das empresas, os investidores sentiram muito a falta dum artigo material, operando com os contratos emergentes e isto causou o aumento dos prêmios nas bolsas norte-americanas e europeias, favorecendo aos crescimento das cotações do par XAU/USD.
A dinâmica das cotações do ouro nos mercados emergente e spot
Fonte: Bloomberg.
Desta maneira, um componente importantíssimo da formação do preço do metal precioso é a demanda dos investidores que por sua vez, em primeiro lugar, fica sob a influência das políticas monetárias e de crédito dos bancos centrais. Uma expansão monetária de grande escala favorece ao enfraquecimento das moedas mundiais, queda da rentabilidade das obrigações e aumento das cotações do XAU/USD.
Os especuladores bolsistas. Londres contra Nova Iorque e Chicago
Como mostrou a minha prática de muitos anos, a fonte principal da demanda em ouro, que influi ao preço, é a demanda de investimento em tal denominado "folha de ouro". Como "folha de ouro" são chamados os instrumentos derivados baseados em ouro, por exemplo, quotas de fundos bolsistas de trading e contratos futuros em bolsas mercantéis. Em outras palavras, apesar duma parte relativamente pequena da demanda geral, apenas arredor de 26%, em perspetiva de prazos curto e médio, as compras e vendas de especuladores bolsistas têm influência principal sobre o preço do ouro.
Por um lado, isto não é muito bom para os investidores que se enfrentam com possíveis manipulações no mercado de ouro. Por outro lado, o conhecimento deste fato simplifica significativamente a vida para os traders comuns que apenas podem observar as posições dos especuladores bolsistas (Managed Money) nas bolsas de commodities de Chicago e de Nova Iorque.
Em primeiro lugar, analisemos como aconteceu que o preço do ouro é formalmente determinado em Londres, mas realmente, nos EUA, na bolsa de commodities CME - COMEX?
Durante um longo tempo considerava-se que os volumes maiores do trading do ouro estavam concentrados em Londres, no entanto, esta suposição não era confirmada por dados reais, que foram tornados secretos. No outono do ano 2018, pela primeira vez na história, a Associação Mercantil de Metais Preciosos de Londres (LBMA) publicou os dados sobre o volume do mercado de ouro. Conforme estes dados, durante a semana de 16 até 22 de novembro, o volume de operações com ouro constituiu 4696,7 toneladas ou diariamente, em média, eram operadas 939,37 toneladas de metal precioso. Resultou que este volume de operações, embora ultrapassa significativamente Xangai, mas cede em volume de operações a Chicago e Nova Iorque que se uniram num conglomerado.
Comparemos os dados sobre as operações de ouro atuais em Londres e Nova Iorque. Conforme os dados da LBMA publicados em 16 de dezembro do ano 2019, a circulação de operações de ouro, desde 11 até 16 de dezembro do mesmo ano, constituiu160 milhões de onças que em conta para o contrato futuro bolsista é 1 milhão. 600 mil de contratos (fig.2). Ao mesmo tempo, o volume de trading com ouro em CME – COMEX, segundo aos dados da bolsa do mesmo período, constituiu 1 milhão e 719 mil de contratos.
Fig. 2: O volume de trading diário de ouro LBMA
Uma simples comparação de operações entre LBMA e CME-COMEX mostra que os volumes das mesmas são comparáveis e afirmar que Londres não influencia à formação de preço seria uma simplificação significativa, mas devido à falta de informação confiável sobre todos os parâmetros interessantes para nós, infelizmente, é impossível passar sem algumas simplificações. Além disso, todos os mercados estão interligados e não podem desenvolver-se isoladamente, portanto, a mudança dos parâmetros de operações em Londres é instantaneamente afeta a dinâmica de trading em Chicago e ao contrário. No entanto, ao considerar a dependência do preço do ouro de volumes de compras dos Fundos Gestionados (Managed Money) em CME-COMEX, é possível obter uma dependência interessante que pode depois ser utilizada com sucesso ao analisar a direção do preço do ouro.
A Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA e o relatório sobre as obrigações dos traders
A essência desta dependência consiste em que o preço do ouro muda com bastante frequência junto com a dinâmica das posições longas dos Fundos Gestionados, operados em bolsa CME - COMEX (Fig. 3) que por sua vez, é subordinada à Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA (Commodity Futures Trading Commission - CFTC). De acordo com as regras da CFTC, os traders que operam com contratos futuros, devem apresentar semanalmente à comissão um relatório sobre as suas posições abertas - Commitments of Traders (COT). Deste modo, observando as posições dos traders no relatório COT, podemos obter semanalmente a informação confiável sobre as ações das categorias variáveis dos traders de contratos futuros sobre o ouro e, analisando os mesmos, tirar para si umas conclusões operativas.
Segundo a classificação da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA, os Fundos Gestionados (Managed Money) são os compradores principais de ouro no mercado de contratos futuros que é real, conforme o diagrama 3. Prestando atenção ao fato que os volumes das operações na bolsa CME - COMEX são maiores ou iguais aos volumes das operações LBMA, é possível concluir que o aumento da demanda por parte dos compradores principais leva ao crescimento de preço do ouro e a diminuição causa a queda do preço.
A observação das posições de Managed Money permite-nos entender o que realmente está a acontecer no mercado do ouro, porque em sua totalidade, estas posições são uma representação do intelecto coletivo, onde cada comprador individual atua conforme as suas preferências, mas todos juntos determinam a direção do movimento do preço segundo a lei da oferta e demanda.
O fluxo de informações não verificadas e mesmo falsas caem diariamente sobre o investidor inexperiente e muitos “expertos” dão as suas recomendações sobre a compra dum ou outro ativo. Frequentemente, isto é feito especialmente, para atrair ao trader para uma armadilha.
É conhecida a história sobre que, no ano 1993, George Soros espalhava rumores sobre a compra de ouro pelo governo da China, incentivando aos investidores aproveitar esta informação. Quando o ouro alcançou o preço menor durante os 10 anos em nível 326 dólares, Soros comprou 10% de ações de Newmont Mining Corp. e isto levou ao crescimento do preço até 414 dólares. No entanto, depois a "corrida do ouro" diminuiu e o preço desceu até 361 dólares. Como se descobriu mais tarde, Soros vendia o ouro no pico do preço, aquecendo artificialmente os rumores mediante de meios de comunicação social.
Atualmente, é possível apenas sonhar sobre a compra com estes preços, mas acredite, naquele tempo, os investidores não estão para rir. Analisando as posições de grandes especuladores na bolsa CME-COMEX e também, o ingresso e fuga de capitais em contratos futuros, você nunca morderá a isca de muitos "Soros". Tenta operar no Forex com o ouro, ensine Soros "o quê é o quê"!
Fig.3 Posicionamento de Managed Money no mercado de contratos futuros CME-COMEX
Como é bem visto em diagrama 3, o preço do ouro move-se praticamente de forma sincronizada junto com posições longas Managed Money abertas na bolsa CME - COMEX. No entanto, para finalmente convencer os céticos de que mesmo as compras dos especuladores no mercado de contratos futuros e as compras de ouro por fundos de trading bolsistas, que geralmente é o mesmo, levam ao aumento e diminuição do preço do ouro em perspetiva de prazos curto e médio, apresentarei provas adicionais baseadas nas estatísticas de World Gold Council para o terceiro trimestre do ano 2019.
No relatório WGC de 5 de novembro sob o nome "As tendências da demanda do ouro no terceiro trimestre do ano 2019" é dito:
- No terceiro trimestre, os ativos proporcionados de ouro ETF alcançaram o novo máximo histórico em 2855,3 toneladas. Os consórcios aumentaram 258,2 toneladas até o nível mais alto desde o primeiro trimestre do ano 2016.
- Os bancos centrais adicionaram às suas reservas 156,2 toneladas. Em comparação com o mesmo período do ano passado ocorreu uma queda de -38%.
- A demanda de artigos de joalheria desceu 16% até 460,9 toneladas.
- Os investimentos em lingotes e moedas diminuíram até 150,3 toneladas.
- A oferta de ouro cresceu 4% até 1222,3 toneladas.
Além disso, apesar de muitos fatores negativos, o preço do ouro no terceiro trimestre de 2019 continuou a crescer, atingindo novos máximos de muitos anos. Simultaneamente a isto, no mercado de contratos futuros foi observado o máximo de compras Managed Money de três anos, acompanhado pelo ingresso de novo volume monetário no mercado. O intelecto coletivo dos especuladores mostrava-nos o aumento de demanda por parte dos compradores e o crescimento do Interesse Aberto até os máximos históricos significava que chegam ao mercado novas pessoas que desejam colocar o seu dinheiro e ganhar com o crescimento do preço. Além disso o resto dos fatores, tais como a demanda por parte de bancos centrais e indústria de joalheria mostrava a queda da atividade, diminuíam os investimentos em ouro físico, mas a oferta de ouro no mercado cresceu.
Os dados de Conselho Mundial do Ouro (WGC) demonstram-nos que um fator, o interesse por parte de especuladores, superou o resto dos fatores e, como resultado, o preço do ouro atualizou o máximo de 6 anos. Este conhecimento vale muito. Uma simples observação das ações dos especuladores pode fornecer-nos informações inapreciáveis, interpretando corretamente o qual podemos compreender o que está acontecendo no mercado de ouro. Isto é uma informação privilegiada em manos hábeis e ao administrar corretamente pode tornar-se em lucro significativo.
É possível saber a cotação atual do ouro em relação ao dólar aqui, em tempo real, com a oportunidade de trading no mercado Forex.
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O gráfico de cotação de XAUUSD em tempo real

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