A epidemia de coronavírus surgiu pela primeira vez no início do ano 2020, mas os mercado apenas reagiram cardinalmente a esta no fim de fevereiro. Antes deste momento a epidemia propagada na China foi considerada com local. Não obstante, após de aparecimento de novo foco de propagação na Itália e identificação de inúmeros casos de doença em países europeus, a paciência dos traders esgotou. Com a ruptura de vínculos econômicos e queda da produção, somente em três últimas semanas Dow Jones perdeu mais de 20%. Se alcançado já o fundo? Se o coronavírus é tão assustador? Quais são as perspetivas de Dow Jones para próximas semanas? Neste blogue, vocês receberem as respostas a estas perguntas.
O derribamento do Dow Jones: queda do mercado de valores mobiliários, devido ao pânico por coronavírus
Desde 21 de fevereiro até 12 de março, um pouco mais de 3 semanas, o índice Dow Jones caiu mais de 20%, baixando de nível máximo histórico 29551-29219 a 23553. Durante última semana do fevereiro, a capitalização do mercado mundial perdeu 5 milhões de milhões de dólares dos EUA e o mercado de valores estadunidense se reduziu 1,7 milhões de milhões de dólares dos EUA. O periódico Financial Times nomeou primeira semana do pânico como piro desde ano 2008.
O Dow Jones e coronavírus: crônica de desenvolvimento do caso
Pela primeira vez, sobre epidemia de coronavírus começaram falando no início do janeiro deste ano, quando na China iniciaram registrar o aumento de número de infetados. Parcialmente, a epidemia abrangeu alguns outros países asiáticos, mas os mercados de valores dos EUA não reagiram a isso e em dia 18 de fevereiro o índice Dow Jones atualizou o máximo histórico, alcançando o nível 29 551. Os investidores consideraram que a epidemia tem o caráter local, não apresenta o perigo e será controlada em breve.
No entanto, as esperanças de resolução rápida deste problema não se justificaram. Em dia 21 de fevereiro, as autoridades italianos comunicaram sobre primeiros 6 doentes e mesmo em dia seguinte este número aumentou até 50. Isto ficou suficiente para que os investidores logo começaram retirar o dinheiro de todos os ativos, temendo posterior propagação de vírus que paralisou os mercados. As vendas pânicas continuaram toda a semana seguinte.
“O mal não vem a solo”
Em últimos dias do fevereiro apareceu esperança de que o fundo já está quase atingido e começa a subida. Naquele momento, segundo aos dados de OMS, o número de novos casos de doença registrados diariamente começou reduzindo e os mercados aceitaram esta notícia positivamente. Em primeiros dias do março o índice Dow Jones mesmo cresceu ligeiramente. Talvez, este crescimento poderia continuar, se não surgiu um cambapé demolidor por parte de OPEP e Rússia.
Em dias 4-6 de março percorreu uma reunião ordinária da OPEP em que foi considerado o assunto de prorrogação do acordo sobre redução da extração de petróleo que finaliza em dia 1 de abril. Não existe alguma justificação clara de razões por que Rússia renunciou prorrogar este acordo, mas posteriormente a situação se desenvolveu assim:
- Arábia Saudita interessada em manter o acordo, anunciou praticamente uma guerra de preços. A corporação Saudi Aramco recebeu as instruções para oferecer aos consumidores os descontos recordes a 20 anos (6-8 dólares dos EUA por barril). Desde dia 1 de abril, Riade incrementa bruscamente extração, consequentemente de 9,7 milhões a 10, 11, e depois mesmo 12 milhões de barris por dia.
- Na Internet apareceram informações sobre que uma das versões deste conflito pode ser tentativa de Rússia eliminar de mercado o petróleo de xisto estadunidense que torna-se desvantajosa com o preço de petróleo inferior de 40 dólares dos EUA. Além disso, nos meios de comunicação social russos também apareciam as ideias sobre que o rublo russo terá que ser desvalorizado um pouco. Por outras palavras, este cenário foi prognosticado.
- Em dia 9 de março, muitas cotações de vários mercado, incluindo Dow Jones, mostraram mais uma queda recorde.
Neste dia, apenas durante uma sessão Dow Jones baixou 7,79%, atingindo o mínimo a 52 semanas, ou seja, anual. As mais estáveis ficaram os títulos da Walmart Inc. (-0,06%), Virizon Communications Inc. (-1,83%) e Pfizer Inc. (-3,60%). A queda maior de todas as tocou as ações da Dow Inc. (-21,66%), Chevron Corp. (-15,37%) e Caterpillar Inc. (-14,28%).
O que fazer aos investidores em seguida?
A situação de propagação de coronavírus em países europeus mantém-se complicada. Segundo aos dados de OMS, na Europa se registram diariamente cada vez mais infetados e maior número de registros recai na Itália. Em dia 10 de março, neste país registraram cerca de 1000 novos casos de doença e 168 falecidos, todo o território nacional está em quarentena rigorosa. Também, aplicam quarentena em Ucrânia, Polónia e República Checa. Os casos de doença estão registrados na Turquia, República de Geórgia, Bolívia, Panamá e Jamaica. Os analistas supões que nos países em desenvolvimento, por exemplo na CEI, as estatísticas podem ficar ainda mais péssimas, porque devido a várias razões, os casos de coronavírus podem ser diagnosticados como um gripe habitual ou mesmo escondidos.
Assim, parece situação a dia 12.03.2020.
Mas nem tudo está tão mal. China declarou oficialmente que a epidemia neste país começou abrandando. Em últimos dias, os ritmos do crescimento de número de infectados constitui 0,023%, em dia 10 de março o número de novos casos de doença é 24, os 74% de doentes já receberam alta médica e os 16 hospitais temporários já estão cerrados.
Apesar de que OMS atribuiu à doença de coronavírus o estado de pandemia, mesmo nesta entidade não escondem que em todo o mundo anualmente ficam infetadas com o gripe habitual 40-45 milhões de pessoas, cerca de 600-650 mil destas morrem desta enfermidade e seus agravamentos. Cada ano, a OMS combate contra novos tipos de vírus de gripe, mas isto não leva às quedas tão drásticas do mercado, pânicos e quarentenas.
Considerando acima dito, temos várias perguntas:
- A quem está vantajoso o pânico inflado por coronavírus? As companhias sofrem de prejuízos multimilionários, estão rompidas as comunicações de transporte, logísticas e turísticas, se registra uma queda da produção. No entanto, se a porcentagem de casos mortais de coronavírus constitui os 3,4% (dados de OMS) e a porcentagem de gripe/pneumonia é 7,1% (dados de CDC dos EUA), talvez o problema esteja inflada? Mesmo se com os dados estatísticos é possível manipular artificialmente, mas comparem simplesmente o coronavírus com o gripe, tuberculose e façam conclusões.
- Se realmente o coronavírus é uma razão de cedência tão profunda do índice Dow Jones? Ou esta pandemia apenas é um gatilho? A “última gota” que rompeu a bolha do mercado de valores mobiliários dos EUA inflada demasiadamente?
As respostas às estas perguntas influem a futuro do mercado de valores mundial, incluindo Dow Jones.
As previsões parecem assim:
- Otimista. China precisava de 2 meses para tomar o controle sobre epidemia. Na Europa a doença está propagando e isto significa que pelo menos mais um mês a situação se vai mantendo grave. Durante este tempo, Dow Jones poderá perder mais 10% e ainda mais com o pânico, recuando até valores registrados no fim do ano 2018. Considerando a rentabilidade mostrada por este índice em últimos anos, tudo não está tão mal.
Na OMS destacam que epidemia na China poderia abrandar devido à subida sazonal de temperatura do ambiente, porque o coronavírus não aguenta temperaturas altas. Isto significa que em maio, por fim, a comunidade mundial começará acalmar-se. Ao mesmo tempo, Moscou negociará com Riade sobre assunto de petróleo, porque os preços atuais são desvantajosos para os todos e por isso, mais uma questão de instabilidade geopolítica e comercial desaparecerá de agenda. Os índices alcançados o fundo de preços até maio, com a onda de otimismo de restabelecimento de relações comerciais e crescimento da atividade empresarial se reverterão para subir até novos máximos históricos. Mesmo se os índices não conseguirão rapidamente recuperar as perdas, os investidores que abrirão no fundo as posições longas serão capazes ganhar 15-20% em umas semanas somente com Dow Jones.
- Pessimista. Mesmo se o pânico provocado pelo coronavírus vai diminuindo, isto terá as consequências longas. Apesar de intervenções financeiras dos bancos centrais, a comunidade mundial não será capaz de recuperar rapidamente os ritmos do crescimento econômico anteriores e por isso, os mercados de valores mobiliários vão crescendo muito lentamente ou mesmo não vão. Relativamente ao Dow Jones tudo está ainda mais complicado. Conforme a opinião dos analistas, o mercado de valores dos EUA está sobreaquecido. Segundo à teoria de ondas, agora estamos mesmo na hora de início de mais uma crise longa. Enquanto no fim de fevereiro a queda poderá ser considerada como local, agora mesmo já temos traçada uma tendência descendente. Que antes de outono poderá ser também sobreaquecida por próximas eleições nos EUA. No caso melhor, o índice Dow Jones baixará ainda mais, afixando-se no fundo até fim deste ano. No caso pior, poderá repetir-se a situação de ano 2008.
Gostaria de confiar em cenário otimista. Mas se este se realizará, veremos com os tempos.
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