O desenvolvimento da competência financeira é um processo complicado que consiste em dominação dos conceitos financeiros básicos: realizar as estratégias do aforro dos fundos ou fazer os planos para investimentos. O mesmo começa desde a obtenção de conhecimentos básicos sobre o dinheiro e gradualmente passa aos instrumentos financeiros mais complexos. Neste artigo está apresentada uma revista de derivados e as suas particularidades.

Neste artigo analisaremos:


Os derivados: o que são com palavras simples? Definição

Os derivados ou IFD (instrumento financeiro derivativo) são contratos, cujos ambos lados tomam a obrigação transmitir com antecedência o ativo acordado (ou um valor acordado anteriormente do derivado) no momento e pelo preço determinados anteriormente. Existem vários tipos de ativos básicos: ativo financeiro, índice (conjunto de ativos), valor mobiliário ou taxa de referência.

LiteFinance: Os derivados: o que são com palavras simples? Definição

O comprador aceita comprar um ativo concreto na data e pelo preço determinados anteriormente. É notável que o vendedor do derivado não tem que ser obrigatoriamente possuidor do ativo básico, ou seja, ele pode cumprir as condições do contrato apenas fornecendo ao comprador suficiente dinheiro para a compra do ativo acordado pelo preço determinado.

Vejamos como isto funciona. Imaginemos que o investidor estadunidense, Jeff, possui contas nomeadas em dólar dos EUA. Jeff compra ações da companhia europeia em qualquer bolsa ativa de UE por um euro. Desde esse momento, as contas de Jeff estão sujeitas ao risco de alteração da cotação cambial. Se o custo do dólar dos EUA em relação ao euro crescerá, Jeff não receberá lucro da venda das ações da companhia europeia.

Se o vendedor fornecerá ao comprador um outro derivado, isto compensará o custo do primeiro contrato. Isto é a causa principal pela qual é muito mais fácil gerir e operar com os contratos derivados do que com quaisquer outros ativos básicos.

Os derivados podem servir como instrumentos financeiros efetivos para diminuir riscos (cobertura financeira) ou ser utilizados para a especulação em riscos possíveis com fim de recompensa proporcional.

Os derivados normalmente estão negociados em bolsas especializadas, incluso alguns dos mesmos estão negociados em mercado não bolsistas (OTC).

Tipos de derivados

Os derivados podem ser classificados em duas categorias: contratos com obrigações emergentes (por exemplo, swaps) e obrigações condicionais (por exemplo, opções sobre ações).

 

  • Os contratos com as obrigações emergentes formalizam um acordo entre os lados correspondentes desde o início até as condições acordadas durante o período de validade do contrato.
  • Os contratos com as obrigações condicionais fornecem ao titular o direito (sem nenhuma obrigação) de operar com ativo básico pelo preço determinado de contrato no dia ou até finalização da validade da opção.

 

Como já se referiu anteriormente, o valor do derivado depende de ativo. No entanto, se você possui o derivado, isto não significa que você possui o mesmo ativo. Os IFD mais divulgados são os contratos futuros (futures contract), contratos a termo (forward contract), opções, swaps e contratos de garantia (warrant). Analisemo-los mais detalhadamente.

LiteFinance: Tipos de derivados

Contratos a termo e contratos futuros

O contrato a termo é o contrato individual particular entre dois lados, o mesmo é celebrado com fim de comprar ou vender o ativo básico pelo preço e na data determinados. Os contratos a termo são utilizados com mais frequência para cobertura financeira ou para a especulação, embora o seu caráter heterogêneo serve otimamente para cobertura.

Os contratos a termo e contratos futuros têm muito em comum, mas os mesmos não são iguais ao 100%. Ambos estão baseados no acordo sobre a compra e venda de alguns ativos na data determinada anteriormente e os seus preços estão baseados nos ativos básicos correspondentes.

O contrato futuro também é um acordo jurídico sobre a compra ou venda de alguns ativos na data e momento futuro determinados anteriormente. No entanto, o contrato futuro é um contrato padronizado entre o lado e o mercado bolsista. As suas particularidades destacadas são os prazos fixos de vencimento e o dia de validade da atividade. Os cálculos pelo contrato futuro ocorrem diariamente.

Desta maneira, entre contratos a termo e contratos futuros existe uma diferença significativa: contrato a termo pode incluir quaisquer condições acordadas: produto, montante, data e lugar de entrega. O contrato a termo é sempre calculado no fim do prazo de validade e é um derivado não bolsista.

Contrato de garantia (warrant)

O contrato de garantia é o derivado de valores mobiliários derivativos, é emitido pela própria companhia, fornecendo ao titular o direito (sem nenhuma obrigação) de operar com valores mobiliários (normalmente, com ações) pelo preço acordado até a data indicada de finalização de validade. Os contratos de garantia são raramente emitidos pelos terceiros lados e frequentemente estão negociados no mercado não bolsista. O preço predominante do valor mobiliário básico chama-se preço de execução, e enquanto warrant é realizado, é necessário entregar a ação básica.

Existe uma diferença essencial entre warrants estadunidense e europeu. Os primeiros podem ser realizados em qualquer momento em conformidade com a data validade ou até a mesma, enquanto o segundo tipo de warrant é possível realizar apenas numa data predeterminada.

  • Call warrants são os derivados que dão direito de comprar valores mobiliários.
  • Put warrants são os derivados que dão direito de vender valores mobiliários.

Opções

A opção é um instrumento derivado que tem algumas caraterísticas em comum com warrant. As opções também fornecem ao comprador o direito (sem nenhuma obrigação) de comprar ou vender o ativo básico pelo preço predeterminado. No entanto, as opções podem não ser obrigatoriamente emitidas pela companhia. Normalmente, são contratos celebrados entre ambas pessoas sem participação de quaisquer instituições comerciais. Outra particularidade distinguida das opções é que os lados acordados não têm a obrigação de cumprir o acordo de compra ou venda do ativo. A opção pode ser determinada como "possibilidade potencial", enquanto contrato futuro sempre é "obrigação".

  • Call opções são derivados que dão direito de comprar ativos.
  • Put opções são derivados que dão direito de vender ativos.

Swap

Swaps são os derivados mais divulgados e negociados. Swap é um intercâmbio temporal de ativos (de moedas, valores mobiliários, ações, etc.) ao operar na bolsa. A particularidade principal de swap consiste em que o intercâmbio tem um caráter temporal. Os lados do acordo deverão devolver um ao outro os seus ativos durante o período indicado de tempo. Swaps são utilizados para a eliminar riscos potenciais e acesso aos mercados dominantes que operam em diferentes jurisdições.

A maioria de swaps estão baseados em moedas ou em taxas de referência temporais. Os investidores com frequência utilizam swaps para assegurar riscos potenciais.

Por exemplo, a pessoa pode vender as ações num país e depois comprá-las com moeda estrangeira para assegurar-se de riscos monetários existentes. Neste caso, as ações estão negociadas fora de bolsa.

As vantagens dos derivados

Mesmo se nunca operou com os derivados, você pode encontrar muita informação sobre a sua enorme influência sobre o mercado financeiro atual. Mais abaixo estão mencionadas várias vantagens importantes dos derivados nos quais vale a pena prestar atenção aos investidores principiantes:

LiteFinance: As vantagens dos derivados

Gestão de riscos

A cobertura financeira é um dos instrumentos mais populares de gestão de riscos, é utilizado para a compensação dos prejuízos mediante a abertura de posições opostas em ativo correspondente.

Já que o valor do contrato derivativo depende de custo do ativo básico, tais derivativos, como as opções ou forwads, são utilizados para cobertura financeira. A estratégia de cobertura fornece ao investidor uma espécie de seguro, ou seja, são diminuídos os possíveis riscos do movimento desfavorável do preço ao ativo correspondente. Isto parece ao seguro contra os roubos de casa, incêndios ou outros acontecimentos.

Em derivados também é possível transmitir riscos dum lado ao outro com ajuda de swaps (como já foi mencionado acima).

Determinação do valor real

Os derivados são frequentemente utilizados como instrumento financeiro efetivo para determinar o valor real do ativo básico. Os preços spot para tais derivados de mercadorias, como contratos futuros, pode dar uma boa ideia sobre os preços de trading atuais de certos produtos e ajudar a determinar o preço mercantil predominante do ativo.

A eficiência mercantil elevada

Como regra, os derivados aumentam a eficiência dos mercados financeiros. Os contratos derivativos permitem aos investidores reproduzir com facilidade o pagamento dos seus ativos e evitar possíveis procedimentos de arbitragem, devido ao balanço entre o contrato e valor do ativo básico.

A entrada nos mercados indisponíveis

Com ajuda dos derivados, as organizações e companhias podem entrar nos mercados e avaliar os ativos que antes estavam indisponíveis. Os investidores podem obter uma taxa variável ainda mais lucrativa, utilizando vantagens de swaps percentuais, em vez de recorrer aos empréstimos diretos.

A redução de despesas transacionais

Já que existe uma opinião amplamente expandida sobre que os derivados são considerados como instrumentos efetivos de gestão de riscos, o custo de trading com contratos é significativamente mais baixo do que ao operar com unidades financeiras.

O acesso à informação

Os derivados é um grande volume de dados, os mesmo podem ser utilizados para a avaliação correta das disposições mercantis. Mesmo uma pessoa que sabe pouco sobre as finanças, ainda assim pode utilizar a informação da situação atual no mercado F&O (contratos futuros e opções) e obter a ideia sobre as flutuações de curto e longo prazo dos preços do mercado.

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As desvantagens principais dos derivados

Cada instrumento financeiro tem particularidades que podem ser relacionadas às desvantagens. Infelizmente, os derivados não são uma exceção.

Em primeiro lugar, as desvantagens dos derivados credenciais são frequentemente consideradas como uma das causas da crise financeira dos anos 2007-2008 que começou desde falência do banco Lehman Brothers. Os títulos hipotecários desvalorizados e swaps de valores falidos levaram ao colapse global mundial. O que mais é necessário saber sobre as desvantagens dos derivados?

Altos riscos

Os derivados estão potencialmente sujeitos a enormes perdas financeiras. Por muito triste que soe, é verdade. A complexa estrutura dos contratos faz o processo da avaliação extremamente difícil e, em alguns casos, mesmo impossível. Desta maneira, alguns derivados levam um alto risco inalienável. É praticamente impossível avaliar o valor real do derivado, já que, o mesmo normalmente é baseado no preço de vários ativos básicos.

A causa principal pela qual os títulos hipotecários resultaram tão mortais para a economia mundial é que ninguém sabia como avaliá-los: nem os programadores que os desenvolveram, nem os peritos financeiros com experiência.

Os riscos de especulação

Os derivados realmente podem servir como instrumentos de especulação. No entanto, devido à sua imprevisibilidade, os derivados diferem-se com grandes riscos e podem levar aos prejuízos significativos.

O risco de contrapartes

A complexa verificação da lealdade é obrigatória para os contratos derivativos bolsistas. No entanto, ainda existem derivados que estão negociados fora de bolsa, já que, em mesmos não se consideram os valores de controlo para a realizar verificação complexa. Consequentemente, existe o risco de incumprimento de obrigações por parte de contraparte.

As restrições temporais

Esta particularidade dos derivados também pode levar aos prejuízos potenciais. Você pode ter a certeza de que os preços da gasolina vão a crescer em breve, mas não pode prever uma data exata. Deste modo, você não pode tirar proveito das suas pressuposições e gasta o seu tempo e recursos.

Alavancagem

A alavancagem é uma ferramenta financeira que permite utilizar fundos emprestados. No entanto, há que ser muito prudente. Por exemplo, os titulares dos futuros mantêm o seu direito de propriedade, investindo de 2% até 10% do contrato para a conta marginal correspondente. No entanto, enquanto o valor do ativo básico cai bruscamente, os investidores deverão adicionar o montante requerido para a conta marginal para manter a percentagem acordada até o prazo de validade ou a sua compensação. Se o valor do ativo continuará a cair, os investidores arriscam-se a perder montantes significativos de fundos.

Onde é possível operar com os derivados?

Como já foi dito anteriormente, ao operar com os derivados, são utilizados os métodos de trading bolsista (ETD) e não bolsista (OTC).

Contratos futuros

O mercado de futuros tem a localização física, ou seja, está centralizado, ao contrário, por exemplo, das bolsas de criptomoedas. A Câmara de Comercio de Chicago (Chicago Board of Trade) e a bolsa de commodities (Chicago Mercantile Exchange ou CME) são as bolsas de futuros mais famosas. Cada contrato futuro está negociado num lugar especial fechado conhecido como "sala de operações".

A maioria de derivados estão negociados nas bolsas. Por exemplo, os contratos futuros de commodities na bolsa de futuros, ou seja, na plataforma especial de trading para a compra ou venda de variadas mercancias. Os membros da bolsa, tais como as corretoras e traders comerciais, devem registar-se em NFA (Associação Nacional de Futuros) e CFTC (Comissão de Negociação de Futuros de Commodities), isto é autoridade federal que regula os mercados de futuros. CFTC garante que os mercados financeiros sob a sua gerência funcionam em conformidade com a legislação ativa. A comissão também deve prevenir os casos de fraude e outra atividade ilegal de trading.

As opções

Como também os outros derivados, os contratos d opções binarias estão negociados nas bolsas, ou seja, intermediários entre os compradores e vendedores. CBOE (Bolsa de opções de Chicago) é a maior e uma das plataformas comerciais mais seguras do mundo. Trading com opções é regulado por SEC (Comissão de Valores Mobiliários e Bolsas dos EUA), a sua função principal é monitorar mercados existentes e prevenir a violação das regras ou qualquer tipo de falhas.

As operações não bolsistas

  • As regras da atividade financeira são determinadas pelo produto ou pela bolsa. Por exemplo, as moedas normalmente estão negociadas de maneira não bolsista, ou seja, entre as corretoras e instituições financeiras (por exemplo, os bancos). Duas pessoas coletivas também podem acordar sobre o intercâmbio de moeda conforme a cotação certa na data predeterminada. As autoridades financeiras e as corretoras individuais são reguladas por SEC. As transações mediante o mercado não bolsista podem ser arriscadas, já que, não são controladas por nenhum mercado central.

Trading com CFD

O trading com CFD é um derivado financeiro que permite aos traders especular com crescimento e queda dos preços nos mercados financeiros mundiais que mudam rápido, incluindo trading com moedas, ações, índices, mercadorias, etc.

Você pode tentar operar com CFD em LiteFinance. A plataforma oferece trading com os instrumentos de trading mais populares, tais como petróleo, ações (NYSE e NASDAQ) e metais.

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Se merecem os derivados a sua atenção?

Em tempos, os derivados foram chamados armas de extermínio em massa e há muita verdade nisso. Os contratos derivativos podem trazer um grande lucro, se você sabe como utilizá-los corretamente. Os investidores que não estão vocacionados para risco, normalmente consideram estes instrumentos financeiros como mal. No entanto, existem muitos métodos de gerir a potencialidade única dos derivados para melhorar a funcionalidade da sua estratégia de investimento.


Perguntas Frequentes sobre os derivados

Os derivados são os contratos financeiros normalmente acordados entre dois lados (por exemplo, a corretora e o banco), o seu valor é determinado pelos ativos básicos correspondentes. O ativo básico pode ser ativo financeiro, índice (conjunto de ativos) ou mesmo taxa de referência. Às vezes, as pessoas confundem os derivados com empréstimos com taxa variável. No entanto, as taxas de referência derivativas como antes baseadas em ativo financeiro percentual e os empréstimos (seja isto um empréstimo com a taxa de juros variável ou com taxa fixa) são fundos emprestados que devem ser devolvidos. Os tipos mais divulgados de derivados: contratos futuros, contratos a termo, opções, contratos de garantia e swaps.

O processo parece de seguinte maneira: comprador aceita comprar um ativo concreto na data estabelecida anteriormente por preço predeterminado e assim mesmo torna-se titular do derivado. O vendedor do derivado não tem que ser obrigatoriamente titular do ativo básico, ou seja, ele pode cumprir as condições do contrato simplesmente fornecendo ao comprador um montante suficiente para a compra do ativo concordado pelo preço certo.

Os derivados podem servir como instrumentos financeiros efetivos para cobertura financeira ou ser utilizados para a especulação com riscos possíveis de alteração da taxa de referência com fim de recompensa proporcional. Por exemplo, os derivados percentuais (não confundir com os empréstimos percentuais!) são frequentemente utilizados para assegurar o risco percentual.

Tais instituições financeiras, como os bancos, utilizam com frequência os derivados para assegurar ou diminuir os riscos potenciais que podem surgir durante a realização de algumas operações bancárias. Por exemplo, os peritos temem que o banco pode ter prejuízos, devido à alteração das taxas de referência. O banco pode proteger-se a si mesmo, comprando contratos futuros de taxa percentual.

Como a maioria de instrumentos financeiros, os derivados têm os seus prós e contras. As vantagens principais dos derivados é a sua eficiência mercantil e a disponibilidade em todo o mundo. Além disso, podem ser usados como instrumentos efetivos de cobertura. No entanto, devido o carater instável e risco de alta volatilidade, é necessário utilizar os derivados de maneira cautelosa, estudando antecipadamente todos os aspetos.

Os derivados credenciais são contratos financeiros que são utilizados para a minimizar os riscos credenciais de qualquer tipo. Os derivados credenciais são guardados em ordem particular e estão negociados de maneira não bolsista entre ambos lados. Um participante do acordo é credor e o outro é devedor. Existem vários tipos de derivados credenciais: CDS (swap de valores falidos), CDO (obrigação garantida de dívida), contrato a termo de crédito e spread e swap sobre lucro total.

Os produtos derivativos podem ser classificados em duas categorias: contratos com obrigações emergentes (por exemplo, swaps) e obrigações condicionais (por exemplo, opções sobre ações).

Os contratos com as obrigações emergentes garantem a celebração do acordo entre os lados correspondentes desde o início até as condições acordadas durante todo o período de validade do contrato. Os contratos com as obrigações condicionais fornecem ao titular o direito (sem nenhuma obrigação) de operar com ativo básico pelo preço determinado de contrato antes ou na data de validade da opção

O derivado não bolsista é um contrato individual que é celebrado entre dois lados com intermediação mínima. Os derivados não bolsistas e os valores mobiliários nunca estão negociados na bolsa dos ativos e não têm condições padronizadas ou autoridades reguladoras.

Swaps são os derivados mais populares, ou seja, são acordos celebrados entre dois lados quando os mesmos necessitam intercambiar os ativos para os mesmos. Existem algumas variantes de swap: monetários, de valores falidos, percentuais, swaps com cupom zero e swaps sobre lucro total.

Os contratos não bolsistas podem ser divididos em dois grupos principais: contratos tipo de partes participantes e contratos tipo de derivados. Existem também dois tipos de mercados não bolsistas: mercados inter-concessionários onde trading é realizado entre dois distribuidores, e mercados de clientes, nos mesmos o cliente pode comprar o ativo fornecido pelo distribuidor.


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O que são os Derivados: definição completa, vantagens e riscos

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